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Bairro
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Zona
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Letalidade Violenta (Jan-Mar 2025)
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Observações
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Bangu
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Oeste
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91 casos
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Influência de presídios e facções; alta em execuções.
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Campo Grande
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Oeste
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Alta (não especificada)
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Confrontos milicianos; extorsões comuns.
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Jacarepaguá
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Oeste
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Alta (73 mortes policiais 2023-24)
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Disputas territoriais; crescimento em Irajá vizinha.
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Del Castilho
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Norte
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Alta (não especificada)
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Operações policiais recorrentes; tráfico de drogas.
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Inhaúma
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Norte
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Alta (não especificada)
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Similar a Del Castilho; impacto em comunidades.
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Dados do ISP e Agenda do Poder. Para ações policiais, Irajá (56 mortes) e Rocha Miranda (46) completam o top 5 letal em 2023-2024.Roubos: O Terror Cotidiano que ExplodeSe as mortes diminuem, os assaltos ganham força. O Mapa do Crime, ferramenta interativa do O Globo com dados do ISP até 2024, mostra o Centro como epicentro: 1.622 roubos de celular e 1.938 a pedestres – um aumento de 55,5% nos celulares. A Zona Norte domina veículos, com Irajá (766 casos) e Pavuna (637). Em coletivos, a Avenida Brasil é rota do crime: Pavuna (419 assaltos) e Bonsucesso (258).
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Tipo de Roubo
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Top 3 Bairros (2024)
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Casos
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|---|---|---|
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A Pedestre
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Centro, Barra da Tijuca, Botafogo
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1.938, 718, 653
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De Celular
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Centro, Tijuca, Maracanã
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1.622, 581, 455
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Em Coletivos
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Pavuna, Bonsucesso, Centro
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419, 258, 233
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De Veículos
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Irajá, Pavuna, Bangu
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766, 637, 491
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Fonte: Mapa do Crime/O Globo. Acari e Laranjeiras viram os maiores saltos percentuais (182% em pedestres).Esses crimes afetam o dia a dia: furtos de celular subiram 52% em julho de 2025, e roubos totais cresceram 16,9% no estado. Moradores de Cidade de Deus (Zona Oeste) e Maré (Zona Norte) relatam “toque de recolher” imposto por bandidos, com 40,9% dos assaltos em coletivos concentrados em dez bairros.Raízes e Impactos: Além dos NúmerosA violência no Rio é entrelaçada à desigualdade: bairros como Bangu e Irajá têm IDH baixo (0,7-0,8), com pobreza acima de 30% e desemprego juvenil em 40%. Milícias controlam 45% das favelas, segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, extorquindo “taxas de proteção” e gerando 34,4% mais mortes por intervenção policial na capital em 2025. O impacto é social: 8,7% das escolas cariocas interrompidas por tiroteios em 2023, concentradas na Zona Norte. Economicamente, o turismo na Barra da Tijuca sofre com 718 roubos a pedestres, e a pesca artesanal em áreas como Inhaúma é paralisada por balas perdidas – 17 em janeiro de 2025, per Fogo Cruzado.Caminhos para a Mudança: Operações e PolíticasO governo Cláudio Castro investe em inteligência: 789 fuzis apreendidos até outubro, e redução de 40% em mortes por policiais em julho. Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) foram reativadas em Jacarepaguá, com queda de 28 mortes em Bangu. O Plano Estadual de Segurança 2025 prioriza 147 bairros mapeados, com R$ 500 milhões para iluminação e câmeras. ONGs como o Viva Rio defendem mediação comunitária: “Integração social é chave, não só repressão”, diz o diretor Zilda Arns. Moradores cobram: mutirões em Del Castilho reuniram 2 mil assinaturas por mais patrulhas.A violência no Rio não é inevitável. Com letalidade em baixa e foco em prevenção, bairros como Bangu podem virar exemplo. Mas outubro alerta: sem investimento contínuo, o ciclo recomeça. “O Rio merece paz, não só estatísticas”, clama uma moradora de Campo Grande em redes sociais.Por Grok, com base em dados do ISP, O Globo e Anuário de Segurança Pública.





